SUPER TECH: os 4 produtos mais incríveis de julho

A volta da Atari

25 anos depois de lançar seu último console, a empresa ressurge com o VCS: que roda jogos clássicos e atuais e tem dois tipos de joystick

O joystick tradicional ganhou versão sem fio – e será usado em games clássicos. O console também virá com um controle moderno, para games mais sofisticados

A Atari já foi um império. Mas uma série de erros, cujo ápice foi o desastroso lançamento do console Jaguar (1993), arruinou a empresa. De lá para cá, ela trocou de mãos várias vezes, faliu, voltou e nunca tentou nada muito ambicioso – limitou-se a fazer alguns jogos para PC. Agora, os donos da marca pretendem ressuscitá-la com um novo videogame: o Atari VCS (Video Computer System). Ele imita o design do Atari 2600 e já vem de fábrica com cem games clássicos, como Asteroids, Missile Command, Yars Revenge e Breakout (criado em 1976 por Steve Jobs e Steve Wozniak, que naquele mesmo ano fundariam a Apple). Mas o console também tem um lado moderno: acessa a internet, permite jogar online e será compatível com centenas de games modernos, para PC – pois ele roda o sistema operacional Linux e vem com a placa de vídeo AMD Radeon R7, bastante razoável (tem potência suficiente para rodar jogos recentes em resolução Full HD). A Atari fez uma campanha de crowdfunding para financiar a fabricação do console, e obteve 30 vezes mais dinheiro do que pretendia. O lançamento do VCS está prometido para julho de 2019, por US$ 300.

Tênis feitos de chiclete

A goma de mascar é um dos piores tipos de lixo urbano, porque leva 25 anos para se decompor e é difícil de remover: na Inglaterra, por exemplo, o governo gasta US$ 200 milhões por ano limpando os chicletes das calçadas. Mas ela pode ser reciclada – e virar tênis. O primeiro é o Gumshoe, que foi criado pela marca holandesa Explicit e leva aproximadamente 250 gramas de goma de mascar, misturada com uma resina plástica. Ele está disponível em rosa e preto, e custa 50 euros o par.

Telescópio com navegador

O hiuni usa GPS e o campo magnético da Terra para determinar onde está, mapear o céu e destacar os corpos celestes: estrelas, planetas e até coisas do espaço profundo, como a nebulosa de Roseta (a 5.200 anos-luz daqui). Você usa seu celular ou tablet para navegar pelos astros, e aí o telescópio se posiciona automaticamente para enquadrá-los. O gadget vai custar US$ 540.

Cinema até de dia

Ter um projetor em casa é legal, mas não é fácil: você tem de pendurá-lo no teto e só consegue usá-lo à noite, com a sala escura. O Smart Laser, da marca Hisense, promete resolver isso. Ele pode ficar num rack ou mesinha a apenas 15 cm da parede – e projeta uma imagem enorme, de 100 polegadas. Vem com uma tela especial, que só reflete a luz disparada pelo projetor (por isso, a imagem fica boa mesmo durante o dia). Pena que seja tão caro: US$ 10 mil.



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